domingo, 26 de fevereiro de 2012

Aveva amplia programa de treinamento em universidades do país

Aveva amplia programa de treinamento em universidades do país


Depois das instituições do Rio de Janeiro, agora as universidades dos estados de Pernambuco (UFPE) e do Pará (UFPA) também participarão do programa de treinamento da Aveva. A companhia iniciou a parceria acadêmica há mais de três anos com a Universidade Federal Fluminense (UFF) e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A partir deste ano letivo, a UFPE e a UFPA começarão a utilizar softwares das suítes de aplicativos Aveva Plant e Aveva Marine nos programas dos cursos de graduação em engenharia.
De acordo com o vice-presidente sênior da Aveva para a América Latina,  Santiago Pena, a parceria com as instituições de ensino visa a ajudar no preenchimento da lacuna criada pela escassez de engenheiros experientes. “Com a grande procura por engenheiros no Brasil e na América Latina em geral, entendemos que o treinamento de novos usuários de nossos softwares é fundamental para o êxito crescente e contínuo das indústrias naval e de processos", diz. 
O Aveva PDMS é o software utilizado para modelagem 3D de projetos industriais, de construção, de modernização e de expansão de refinarias. Já o Aveva Marine é um conjunto de aplicativos integrados, criados especificamente para serviços de engenharia e projetos de estruturas navais e offshore, gerenciamento de projetos e geração de informações precisas.
 Fonte: Revista Fator 

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Lucro da Companhia Docas de SP chega a R$ 65,2 milhões em 2011


Lucro da Companhia Docas de SP chega a R$ 65,2 milhões em 2011

 
A Companhia Docas do Estado de São Paulo publicou resultado de 2011, acusando lucro líquido de R$ 65,2 milhões. A distribuição em participação aos empregados foi de R$ 3,875 milhões, segundo a estatal.
Conforme balanço publicado o Diário Oficial da União desta terça-feira pela Secretaria dos Portos, a estatal acusou receita líquida de R$ 631,2 milhões, com despesas de serviços em R$ 294,6 milhões e administrativas em R$ 137,2 milhões.
O resultado operacional da empresa ficou em R$ 110 milhões no ano passado, quando o patrimônio líquido foi para R$ 969,2 milhões. A provisão para riscos trabalhistas foi no valor de R$ 40,26 milhões, pela demonstração publicada.
 
Fonte: Valor Econômico
 

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

OSX anuncia avanços do estaleiro no RJ

OSX anuncia avanços do estaleiro no RJ


A OSX, do empresário Eike Batista, deu início à produção do primeiro óleo de seu cliente âncora, OGX, com a plataforma OSX-1. Essa unidade é responsável pela realização do Teste de Longa Duração (TLD) na Bacia de Campos (RJ), localizado a 80 km da costa e a 130 metros de lâmina d’água.
Essa é a primeira conquista da companhia nesse ano. "É um marco inaugural expressivo na história do Grupo EBX", afirmou Luiz Eduardo Guimarães Carneiro, Diretor Presidente da OSX. Além desse equipamento, a OSX já conta com outras encomendas firmes da OGX: são cinco unidades do tipo FPSO e duas WHPs, num total de US$ 4,8 bilhões.
Para 2012, a OSX anuncia que prevê no último trimestre a conclusão da área de montagem de jaquetas em seu estaleiro que será o maior das Américas (situado no estado do RJ). Nesse empreendimento a empresa já iniciará corte de chapas em 2013, quando estarão prontas quatro áreas para integração de FPSOs. Em 2014, o estaleiro já estará totalmente concluído. O investimento da OSX na construção do estaleiro é de US$ 1,7 bilhão.
 Fonte: IDinheiro 

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Estaleiro chinês contrata primeiro pacote do sistema Mark II da OceanSaver


Estaleiro chinês contrata primeiro pacote do sistema Mark II da OceanSaver

 
A Rongsheng Shipbuilding Heavy Industries, grupo de indústrias de construção naval chinês, escolheu a Mark II, sistema de tratamento de água da OceanSaver, para dois novos navios 317,000 dwt VLCC.
O contrato o contrato foi assinado semanas após a certificação Mark II homologada pela DNV. O sistema cumpre plenamente os requisitos da Convenção Internacional da Água de Lastro.
Com conclusão prevista para junho de 2013, o contrato é avaliado em US $ 3 milhões e representa a entrega do primeiro sistema OceanSaver. A entrega abrange o fornecimento e instalação de dois conjuntos de unidades Mark II BWT, a concessão de fluxos de água de lastro a uma taxa de 6,000 metros cúbicos por hora.
"O contrato foi ganho devido à comprovada capacidade técnica do Mark II eo fato de que vários estaleiros na China e na Coreia usam sistemas semelhantes", diz Tor Atle Eiken, vice-presidente sênior de Vendas & Marketing da OceanSaver.
Desde 2005, a OceanSaver assinou grandes contratos para 40 sistemas BWT, impulsionando a sua posição como um dos principais fornecedores para o meio global para grandes frotas de empresas. As vendas da OceanSaver triplicaram nos últimos três anos e a capacidade de produção da planta em Drammen já ultrapassa mais de 100 Mark I e Mark II de unidades por ano.
 
Fonte: Portos e Navios
 

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Docas quer reajustar em 58% as tarifas de operação no Porto de Santos


Docas quer reajustar em 58% as tarifas de operação no Porto de Santos

 
Após sete anos inalteradas, as tarifas de operação do Porto de Santos poderão sofrer um reajuste de 58%, conforme proposta apresentada pela Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) ao Conselho de Autoridade Portuária (CAP) de Santos. Com o aumento, a estatal pode aumentar a sua receita e investir no complexo santista.
O percentual a ser aplicado nas tarifas foi revelado na tarde de ontem (31) pelo presidente do CAP, Sérgio Aquino, durante a primeira reunião do órgão em 2012. De acordo com ele, a Codesp expôs duas possibilidades de reajuste: em uma etapa única ou dividido em três aumentos anuais de 20% nos próximos três anos. As opções serão analisadas pelo conselho, que é formado por operadores, trabalhadores, usuários do porto e representantes do Poder Público. “O CAP não vai necessariamente seguir essas hipóteses. Podemos propor outra alternativa”, afirmou.
A expectativa de Aquino é que haja um avanço na discussão do assunto no próximo encontro, previsto para o final deste mês. Porém, apesar de ainda não haver uma decisão, Aquino sinalizou positivamente, pelo menos, no que se refere ao aumento. “Todos entenderam que é necessário o reequilíbrio tarifário”, disse, lembrando que o reajuste acontece apenas quando a Codesp toma a iniciativa. Ao CAP cabe somente a homologação do incremento.
O último reajuste de tarifas no Porto de Santos aconteceu em maio de 2005 e foi de 22,67%. “Acredito que a Codesp solicitou (o aumento) no momento que achou compatível. Não deve ter sido feito antes porque (o porto) vinha evoluindo nas suas movimentações e aumentando a receita. A receita do porto não se dá somente pelo valor, mas também pelo quantitativo”, opinou Aquino, sobre a demora da Autoridade Portuária para propor um novo reajuste tarifário.
Defensas
Um programa de substituição e manutenção das defensas instaladas nos pontos de atracação do porto também foi apresentado pela Codesp na reunião do CAP. O presidente da estatal, José Roberto Correia Serra, garantiu que serão repostas as 383 defensas, que são responsáveis por proteger o casco dos navios durante a atracação.
Nesse cenário, ele destacou a licitação aberta em 24 de janeiro último para recuperação e manutenção das defensas marítimas disponíveis nos cais públicos das margens direita (Santos) e esquerda (Guarujá). No entanto, enquanto a concorrência não é concluída, a Codesp já tem um plano de substituição das defensas, de forma que sejam retiradas dos locais onde são pouco usadas e transferidas para pontos com maior movimentação de navios.
Além desse trabalho, a Codesp está identificando os tipos de defensas que precisarão ser implantadas, após o aprofundamento do canal de navegação para 15 metros, projeto que implicará no recebimento de navios maiores. A previsão de Serra é que em 60 dias seja finalizado o estudo que apontará as melhores defensas para o porto.
Ao apresentar as medidas, Serra disse que as defensas são danificadas, principalmente, pela forma como as embarcações são remanejadas. “Embora as defensas sejam de até 12 anos, se houver o devido remanejamento das embarcações, o problema pode ser evitado”.
 
Fonte: A Tribuna

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

OSX anuncia avanços do estaleiro no RJ

OSX anuncia avanços do estaleiro no RJ


A OSX, do empresário Eike Batista, deu início à produção do primeiro óleo de seu cliente âncora, OGX, com a plataforma OSX-1. Essa unidade é responsável pela realização do Teste de Longa Duração (TLD) na Bacia de Campos (RJ), localizado a 80 km da costa e a 130 metros de lâmina d’água.
Essa é a primeira conquista da companhia nesse ano. "É um marco inaugural expressivo na história do Grupo EBX", afirmou Luiz Eduardo Guimarães Carneiro, Diretor Presidente da OSX. Além desse equipamento, a OSX já conta com outras encomendas firmes da OGX: são cinco unidades do tipo FPSO e duas WHPs, num total de US$ 4,8 bilhões.
Para 2012, a OSX anuncia que prevê no último trimestre a conclusão da área de montagem de jaquetas em seu estaleiro que será o maior das Américas (situado no estado do RJ). Nesse empreendimento a empresa já iniciará corte de chapas em 2013, quando estarão prontas quatro áreas para integração de FPSOs. Em 2014, o estaleiro já estará totalmente concluído. O investimento da OSX na construção do estaleiro é de US$ 1,7 bilhão.
 Fonte: IDinheiro 

domingo, 29 de janeiro de 2012

Firjan: obras de acessibilidade são vitais para zona portuária

Firjan: obras de acessibilidade são vitais para zona portuária


O Sistema Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro) alerta que é imprescindível a adoção de obras de melhoria nos acessos à zona portuária e a construção de novas vias que minimizem o conflito do tráfego de cargas com o tráfego urbano. A proposta da federação é compatibilizar as obras programadas pelo projeto de reurbanização Porto Maravilha com as previstas no projeto Porto do Século XXI, relacionado à ampliação da capacidade de movimentação do porto, impedindo que o acesso precário à área se torne um empecilho para o crescimento das atividades portuárias. As informações estão no estudo “Necessidade de Adequação da Acessibilidade ao Porto do Rio de Janeiro”, que a Firjan divulga nesta quinta-feira, dia 19 de janeiro.
O documento revela que intervenções que já começaram a ser feitas na região, como o aumento dos terminais de contêineres e veículos, a implantação do terminal externo de suporte a operações da Petrobras e a retomada do funcionamento dos estaleiros, terão impacto significativo sobre a acessibilidade à zona portuária. Para manter o porto competitivo, o estudo propõe soluções, que foram encaminhadas à prefeitura e à Secretaria Especial de Portos.
Entre as principais sugestões, está a conclusão da Avenida Alternativa, via de acesso ao porto pelo bairro do Caju, proposta já encampada pela prefeitura do Rio. O prefeito Eduardo Paes solicitou, com prazo até fevereiro, a elaboração do edital de licitação para a construção dos trechos incompletos da avenida e se comprometeu ainda a manter o funcionamento do portão 24 durante o fechamento da Avenida Rio de Janeiro para as obras do Porto Maravilha.
A Firjan defende também, entre outras ações, a construção da Avenida Portuária, projeto incluso no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), que tem o mesmo traçado do acesso ferroviário a partir da Avenida Brasil, permitindo o fluxo de veículos diretamente para a área portuária. E reforça a importância da implantação do Centro de Apoio ao Caminhoneiro (“Truck Center”), de 40 mil m², com estacionamento para caminhões, sanitários, dormitórios e toda a estrutura necessária para organizar a logística da região, além de um minibatalhão da Polícia Militar para aumentar a segurança da zona portuária.
O m² do porto do Rio gera quase 540 vezes mais imposto que o m² médio da cidade
O Porto do Rio é o maior arrecadador de ICMS do estado, com R$ 1,67 bilhão em 2010, o terceiro maior porto gerador de ICMS do país. Para enfatizar a importância do porto para o município, a Firjan fez um cálculo comparando a geração de ICMS e ISS por metro quadrado no porto do Rio. O m² do porto, nesse sentido, gera quase 540 vezes mais imposto que o m² médio da cidade do Rio.
O Porto do Rio atua também no comércio exterior dos estados de Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo e áreas do sudoeste de Goiás e do sul da Bahia, além de participar nas relações comerciais de outros 22 estados brasileiros, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Indústria, Desenvolvimento e Comércio Exterior (MIDC).
Em 2010 o porto registrou crescimento de 11%, superando 10,3 milhões de toneladas movimentadas, sendo 5,1 milhões de toneladas em exportação e 5,2 milhões de toneladas em importações. A corrente de negócios atingiu US$ 16,3 bilhões, resultado em um valor médio de US$ 1.577/ton (US$ 1.333/ton na exportação e US$ 1.820/ton na importação). O valor médio da carga movimentada no porto do Rio ficou 226,5% acima da média nacional, de US$ 483/ton.
Firjan é nova integrante na Comissão Portos
No dia 15 de dezembro, a Firjan passou a integrar o conselho da Comissão Portos, entidade que congrega usuários, transportadores, concessionários e sindicatos de empresas que realizam movimentação portuária. A Comissão criou cinco grupos técnicos para discutir e apresentar ao governo federal propostas para melhorar o desempenho portuário.
Entre as sugestões que serão encaminhadas a Brasília ainda este ano está uma das medidas elaboradas em conjunto pela Firjan e Fiesp sobre o funcionamento efetivo do conceito “Porto 24 horas”, com a disponibilização ininterrupta dos serviços essenciais das entidades anuentes, como Docas e ANVISA, além da modernização e uniformização dos procedimentos de embarque e desembarque, de forma que se reduza o número de documentos necessários para o desembaraço de cargas. Vale lembrar que, entre os portos mais competitivos do mundo, os do Brasil são os únicos que funcionam em horário comercial.
 Fonte: Jornal do Brasil 

 
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