sábado, 13 de agosto de 2011

Sonda nacional tem custo maior


Sonda nacional tem custo maior

O presidente da Sete Brasil, João Carlos Ferraz, criticou o modelo de certificação de conteúdo local existente no País, que exige que 65% do produto seja fabricado no Brasil, com matéria prima nacional. Para o executivo, que participou do I Fórum de Conteúdo Local, na sexta-feira, no Rio de Janeiro, o alto percentual de nacionalização demandado e a falta de escala da indústria naval, podem encarecer em até 15% os preços das sondas fabricadas no Brasil.
A empresa, criada em maio, vai construir, no Estaleiro Atlântico Sul (EAS), em Pernambuco, sete sondas de perfuração para a Petrobras, as primeiras fabricadas no Brasil, que deverão ser entregues em 2015. De acordo com o presidente, é preciso que a certificação seja repensada. “É a primeira vez que se está construindo sonda no Brasil, por que já começa com nível tão elevado de exigência de conteúdo local?”, questionou. A Coreia do Sul, que tem escala produtiva muito maior, lembrou Ferraz, exige conteúdo local inferior a 40%.

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